Cibersegurança na era 5g: O que muda nas empresas?

Com a chegada da tecnologia 5G na transformação digital, muitos CEO, gestores e coordenadores estão se perguntando como a cibersegurança deve ser abordada em um contexto mais complexo. 

Isso porque o novo padrão de rede oferece um conjunto único de vantagens, como a conectividade rápida e estável. No entanto,  também traz novos riscos que precisam ser levados em consideração nas ações de compliance

Isso porque o nosso país está entre os cinco países que mais sofre com ataques cibernéticos, atrás apenas de Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e África do Sul, segundo pesquisa da Checkpoint Security. Segundo o levantamento, o Brasil registrou uma alta de 37% no número de ciberataques apenas no terceiro trimestre de 2022.

Mas afinal, como então as empresas podem e devem se preparar quando o assunto é cibersegurança na era 5G? Neste artigo, contamos mais sobre como a sua empresa deve se preparar. Continue a leitura e confira!

Tecnologia 5G: as empresas estão mais vulneráveis?

Sim e não. Isso porque, assim como os ataques cibernéticos estão evoluindo, as ações de segurança também têm se desenvolvido rapidamente. 

Dessa forma, com o advento da era 5G, criou-se um cenário em que as empresas podem ganhar ainda mais vantagens com aplicações em nuvem, computação remota, cloud computing, streaming de dados e outras.

No entanto, com a conectividade 5G crescendo, a proteção de dados das empresas contra ataques cibernéticos é mais importante do que nunca. O gerenciamento de superfície de ataque (ASM) é fundamental para ajudar a minimizar as vulnerabilidades inerentes às redes 5G, assim como também é necessário garantir a integridade dos dados e a segurança de todas as aplicações.

Por isso, é importante que as empresas trabalhem com provedores de soluções de cibersegurança para garantir que estão protegidas com as melhores medidas de segurança possíveis.

Existem diversas formas de vulnerabilidades de cibersegurança que podem ser exploradas por diferentes tipos de ataques. Alguns exemplos conhecidos de ameaças cibernéticas incluem:

  1. Ataques de botnet: consistem no controle de uma rede de dispositivos conectados para executar ataques cibernéticos em larga escala;
  2. Ataques de negação de serviço distribuído (DDoS): têm como objetivo sobrecarregar uma rede ou site específico, levando-o a ficar fora do ar e indisponível;
  3. Ataques de “man-in-the-middle” (MiTM): envolvem a interceptação e alteração silenciosa das comunicações entre duas partes, permitindo que o atacante obtenha acesso não autorizado aos dados transmitidos;
  4. Monitoramento de localização e interceptação de chamadas: pode ser realizado mesmo com um conhecimento básico sobre os protocolos de transmissão utilizados, permitindo a espionagem da localização e das chamadas de uma pessoa.

Esses são apenas alguns exemplos de ameaças cibernéticas, e é importante estar ciente delas para tomar medidas adequadas de proteção e prevenção, principalmente para as empresas que trabalham com dados sigilosos.

Inovação e alta conectividade – existem riscos para a cibersegurança?

Com a chegada do 5G, as empresas precisam adotar medidas de segurança abrangentes e inteligentes para lidar com os desafios apresentados. Isso requer a utilização de tecnologias e ações de compliance que possam ampliar o alcance das políticas de proteção.

Dessa forma, é fundamental desenvolver estratégias que reduzam as possíveis vulnerabilidades, antecipando análises além dos limites da rede de forma proativa. 

Além disso, à medida que o perímetro a ser protegido se torna mais difuso, descentralizado e complexo, é imperativo implementar soluções que minimizem os riscos enfrentados por endpoints e usuários. 

Essas medidas são necessárias para prevenir o sequestro de dispositivos conectados e ataques de negação de serviço distribuído (DDoS), entre outros exemplos de ações maliciosas realizadas por cibercriminosos.

É importante destacar ainda que a crescente conectividade proporcionada pela expansão dos dados e dispositivos têm impulsionado a adoção da Edge Computing, uma abordagem que envolve o processamento, armazenamento e operação dos dados mais próximos às suas fontes, em vez de depender exclusivamente de núcleos centrais tradicionais.

No entanto, essa mudança também aumenta as oportunidades para os invasores interceptarem os dados. Embora a Edge Computing seja uma solução eficiente, permitir que esses ambientes operem sem supervisão e proteção adequadas pode resultar em ataques ou sequestros de dados.

Alguns riscos envolvendo a cibersegurança na era 5G ainda envolvem:

  • Segurança descentralizada;
  • Mais largura de banda dificultando o monitoramento da segurança atual;
  • Muitos dispositivos da IoT são fabricados com segurança insuficiente;
  • A ausência de criptografia desde o início do processo de conexão.

Cibersegurança na era 5G e maneiras efetivas para empresas se protegerem

A adoção em larga escala da Internet das Coisas (IoT) impulsionará o avanço tecnológico tanto na indústria quanto entre os consumidores. Embora muitos dispositivos IoT já estejam em uso, eles são limitados pela estrutura atual da Internet.

Com a chegada do 5G, os dispositivos alimentados por bateria poderão permanecer conectados por mais tempo, reduzindo a necessidade de recargas frequentes. Isso permitirá o surgimento de novas aplicações totalmente sem fio em áreas remotas, de difícil acesso ou inconvenientes.

Desde termostatos e alto-falantes inteligentes até sensores em cargas industriais e redes elétricas urbanas, cada um irá desempenhar um papel importante nesse contexto.

Além disso, as cidades inteligentes e a Indústria 4.0 poderão alcançar melhores formas, eficiência, segurança e produtividade em nossa vida pessoal e profissional. 

A compatibilidade entre IoT e 5G é crucial para permitir um monitoramento mais eficiente da infraestrutura nas cidades. Além disso, essa tecnologia será utilizada para a automação inteligente nas fábricas, possibilitando a alteração dinâmica dos processos de trabalho.

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